Os seres humanos vivem remotamente a partir da segurança das suas casas, através de substitutos robóticos - representações mecânicas fisicamente perfeitas delas mesmas, as muito mais fortes e resistentes. É um mundo ideal no qual crime, dor, medo e consequências não existem. Quando o primeiro assassinato em anos abala esta utopia, Greer, um agente do FBI, descobre uma grande conspiração por trás do fenómeno da substituição, pelo que acaba por sentir necessidade de abandonar o seu próprio substituto, arriscando assim a sua vida para desvendar o mistério. (Adaptado daqui)
Não há muitas maneiras melhores de se passar uma sexta-feira à noite do que um jantarzinho simpático, saladinha ou massas, quem sabe, uma sopita, um passeiozinho pelas lojas para desmoer e, no final, um bom filme para terminar com chave de ouro... Gostei muito deste filme, acho que não tenta chocar, nem apelar em demasia a sentimentos negativos, ao mesmo tempo que levanta questões muito interessantes. Talvez não as explore, mas acho que as deixa no ar... fantástico, sempre deu para compensar a seca do 2012... se bem que, se formos a ver bem, não dá para compensar totalmente, pelo menos, porque o 2012 teve ter bem mais uma hora...













